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Blog EntryApr 10, '12 4:43 AM
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A internet tem o poder de democratizar a informação. É claro que o jazz é mais um assunto que se beneficia das ferramentas disponíveis na internet. Com isso, é possível encontrar dezenas de shows na íntegra para assitir online. Abaixo você encontrará alguns shows para assitir aqui mesmo, dentro do nosso site. Aproveite e em breve adicionarei novos concertos.

 























































 








































Blog EntryFeb 28, '10 8:43 AM
for everyone

Após o lançamento do livro Jazz ao seu alcance, no fim de 2009, o jornalista Emerson Lopes concedeu várias entrevistas para falar sobre o livro. Abaixo você encontra os links para ouvir duas delas. Uma para o programa Sala de Música, da rádio CBN, e outra para o UOL That Jazz, da rádio online UOL.

Escute aqui a íntegra da entrevista na rádio CBN

Escute aqui a entrevista do jornalista na rádio UOL

Escute no box abaixo a entrevista no programa Jazz em Ponto, da rádio Eldorado

Para saber mais sobre o livro, clique aqui .


Blog EntryFeb 21, '08 11:28 AM
for everyone
     

Entre fevereiro de 2008 e novembro de 2010, o podcast Jazzy foi ao ar no Portal do Estadão. A partir de junho de 2011, o podcast Jazzy ganhou uma nova cara. Agora, você pode ouvir todas as músicas na íntegra, diferentemente do que acontecia com a versão antiga do podcast. 

Outra mudança importante está no formato do programa. Não há mais podcasts temáticos, ou seja, o Novo Podcast Jazzy não ficará mais restrito a um tema a cada edição. Com isso, o internauta ganha em diversidade e terá oportunidade de conhecer mais músicos.

Todos as novas edições do Podcast Jazzy estão hospedadas no site Mixcloud. Para ouvi-los é só clicar no nome do programa. No site Mixcloud você encontrará a relação de todas as músicas tocadas em cada edição do Novo Podcast Jazzy.            

Abaixo você encontra links para todas as edições do podcast Jazzy. Para ouvir basta clicar em cima do nome do programa de sua preferência. Originalmente os programas foram publicados no Portal do Estadão, mas agora  apenas os programas que vão do número 55 ao 115 estão disponíveis para audição diretamente do Portal do Estadão. 

Os outros programas (do número 1 ao 54) você pode ouvir neste site mesmo. Clique no programa que preferir e depois siga as instruções.

Os programas estão em ordem decrescente, ou seja, a cada semana um novo podcast Jazzy será incluído logo abaixo desta introdução.

Você pode saber detalhes sobre cada edição dos podcasts aqui

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* Novo podcast Jazzy24 (25/4/2012)

* Novo podcast Jazzy23 (16/4/2012)

* Novo podcast Jazzy22 (3/4/2012)

* Novo podcast Jazzy21 (10/3/2012)

* Novo podcast Jazzy20 (27/2/2012)

* Novo podcast Jazzy19 (19/2/2012)

* Novo podcast Jazzy18 (10/2/2012)

* Novo podcast Jazzy17 (22/1/2012)

* Novo podcast Jazzy16 (14/1/2012)  

* Novo podcast Jazzy15 (5/1/2012)

* Novo podcast Jazzy14 (14/12/2011)  

* Novo podcast Jazzy13 (5/12/2011) 

* Novo podcast Jazzy12 (5/10/2011)

* Novo podcast Jazzy11 (28/9/2011)

* Novo podcast Jazzy10 (22/9/2011)

* Novo podcast Jazzy9 (9/9/2011)

* Novo podcast Jazzy8 (24/8/2011)

* Novo podcast Jazzy7 (18/8/2011)

* Novo podcast Jazzy6 (10/8/2011)

* Novo podcast Jazzy5 (3/8/2011)

* Novo podcast Jazzy4 (21/7/2011)

* Novo podcast Jazzy3 (12/7/2011)

* Novo podcast Jazzy2 (5/7/2011)

* Novo podcast Jazzy1 (29/6/2011)

115 -Os escolhidos, segundo os leitores da Downbeat (5/11/2010)

114 - Voz + guitarra = Tuck & Patti (15/10/2010)

113 - Jazz no feriadão (8/10/2010)

112 - 8 vezes Sonny Rollins (29/9/2010)

111 - O último clique de Herman Leonard (26/8/2010)

110 -Jonh Scofield e Stern, guitarras "roqueiras" no jazz (11/8/2010)

109 - Arriba, Paquito e Arturo (30/7/2010)

108 -Rock + jazz + funk = fusion jazz (19/7/2010)

107 -Fourplay, smooth jazz para as massas (6/7/2010)

106 - Jornalistas escolhem seus favoritos (21/6/2010)

105 -Simplesmente Miles (8/6/2010)

104 - Rio das Ostras 2010: brisa do mar e jazz na faixa (27/5/2010)

103 - Festivais invadem o hemisfério norte (17/5/2010)

102 - Abram alas para o Bridgestone Music Festival (11/5/2010)

101 - Saxofonistas para poucos (30/4/2010)

100 - Podcast Jazzy chega a sua 100ª edição (23/4/2010)

99 - A insuperável Carmen McRae (13/4/2010)

98 -Jarreau e McFerrin, vozes além da voz (10/3/2010)

97 - E o Oscar vai para, Mr. Peterson (4/3/2010)

96 - Nina e Nancy, vozes a serviço do jazz (22/2/2010)

95 - Sua majestade, Nat King Cole (11/2/2010)

94 - Os CDs da década - Parte 2 (3/2/2010)

93 - Os CDs da década - Parte 1 (27/1/2010)

92 -Retrospectiva 2009 - Parte 2 (21/1/2010)

91 - Retrospectiva 2009 - Parte 1 (12/1/2010)

90 - Muita saúde, paz e jazz no seu Natal (24/12/2009)

89 - Grammy 2010, os indicados (22/12/2009)

88 - Da internet à livraria (10/12/2009)

87 - Três saxofonistas, um silêncio infinito (7/12/2009)

86 - Três pianistas, muita saudade (26/11/2009)

85 - O quarentão Roy Hargrove (18/11/2009)

84 - O som límpido de Van Gelder (6/11/2009)

83 - Dois músicos e nada mais - Parte 2 (29/10/2009)

82 - Dois músicos e nada mais - Parte 1 (22/10/2009)

81 - Cinco décadas de Herbie Hancock (15/10/2009)

80 - Blanchard & Harrison, filhos de Nova Orleans (8/10/2009)

79 - Cantoras tipo exportação (1/10/2009)

78 - A volta do swing (22/9/2009)

77 - Os mestres das 88 teclas (14/9/2009)

76 - As novas faces do piano (4/9/2009)

75 - Mehldau & Cullum, vida longa ao jazz (21/8/2009)

74 - Os melhores segundo a Down Beat (13/8/2009)

73 -As cerejas do bolo: Sinatra e Bennett (7/8/2009)

72 - A guitarra segundo Pat Metheny (31/7/2009)

71 - O longo silêncio de Billie (24/7/2009)

70 - Coltrane, o sax em estado puro (20/7/2009)

69 - A longa jornada de Brubeck (10/7/2009)

68 - O Rei do Pop e o Pai do Jazz (3/7/2009)

67 - You Tube toca jazz - Parte 3 (26/6/2009)

*66 -You Tube toca jazz - Parte 2 (10/6/2009)

65 - You Tube toca jazz - Parte 1 (10/6/2009)

64 - Invasão italiana (5/6/2009)

63 - Segundo os jornalista (21/5/2009)

62 - Enxurrada de festivais (14/5/2009)

61 - O intenso Keith Jarrett (9/5/2009)

60 - Incubadoras de talentos (30/4/2009)

59 - A primeira-dama Ella Fitzgerald (23/4/2009)

58 - Burt Bacharach, o onipresente (15/4/2009)

57 - 2009, um bom começo (8/4/2009)

56 - O violão brasileiro (2/4/2009)

55 - Sarah Vaughan, a divina (26/3/2009)

54 - O sax vibrato de Ben Webster (19/3/2009)

53 - 100 anos de Lester Young (12/3/2009)

52 - O inconfundível Hammond B3 (5/3/2009)

51 - O discreto Joe Henderson (26/2/2009)

50 - O choro de Pixinguinha (19/2/2009)

49 - Chick Corea, o camaleão (12/2/2009)

48 - Grammy 2009, os indicados (4/2/2009)

47 - Retrospectiva Jazzy 2008 - Parte 2 (29/1/2009)

46 - Retrospectiva Jazzy 2008 - Parte 1 (23/1/2009)

45 - Noite feliz com jazz (18/12/2008)

44 - Vida longa a McCoy Tyner (11/12/2008)

43 -Voto popular em alta na Downbeat (5/12/2008)

42 - O retorno da Jazz+ (28/11/2008)

41 - O legado de Norman Granz (21/11/2008)

40 -O jazz na tela grande - Parte 1 (7/11/2008)

39 - O jazz na tela grande - Parte 2 (14/11/2008)

38 - Diana & Diane (30/10/2008)

37 - O Trompete de Wynton Marsalis (23/10/2008)

36 - O jazz no TIM Festival (17/10/2008)

35 - Proibido para menores de 80 anos - Parte 2 (9/10/2008)

34 -  Proibido para menores de 80 anos - Parte 1 (2/10/2008)

33 -    Vida e obra de George Gershwin (25/9/2008)

32 - Vamos dançar com acid jazz - Parte 2 (18/9/2008)

31 - Vamos dançar com acid jazz - Parte 1 (11/9/2008)

30 - Tudo é jazz em Ouro Preto (5/9/2008)

29 - A voz masculina no jazz - Parte 2 (28/8/2008)

28 - A voz masculina no jazz - Parte 1 (21/8/2008)

27 - O legado da Blue Note - Parte 4 (14/8/2008)

26 - O legado da Blue Note - Parte 3 (7/8/2008)

25 - O legado da Blue Note - Parte 2 (31/7/2008)

24 - O legado da Blue Note - Parte 1 (24/7/2008)

23 - O jazz e a bossa nova - Parte 2 (17/7/2008)

22 - O jazz e a bossa nova - Parte 1 (10/7/2008)

21 - Parcerias inesquecíveis - Parte 3 (3/7/2008)

20 - Parcerias inesquecíveis - Parte 2 (26/6/2008)

19 - Parcerias inesquecíveis - Parte 1 (19/6/2008)

18 - Aberta a temporada de festivais 2008 (16/6/2008)

17 - Vida e obra de Cole Porter (5/6/2008)

16 - Prêmio Journalist Jazz Awards 2008, os indicados (29/5/2008)

15 - Divas, eternamente divas - Parte 2 (15/5/2008)

14 - Divas, eternamente divas - Parte 1 (8/5/2008)

13 - Novas cantoras, novos rumos - Parte 2 (24/4/2008)

12 - Novas cantoras, novos rumos - Parte 1 (18/4/2008)

11 - A guitarra a serviço do jazz (10/4/2008)

10 - A Era das Big Bands (3/4/2008)

9 - A histórica foto do Harlem (27/3/2008)

8 - E o Grammy vai para... (20/3/2008)

7 - Jazz a três - Parte 2 (13/3/2008)

6 - Jazz a três - Parte 1 (6/3/2008)

5 - Parabéns, Dexter Gordon (28/2/2008)

4 -  Quando o Jazz encontra o Rock e vice-versa (21/2/2008)

3 - Relaxe com o Smooth Jazz (14/2/2008)

2 - Standards inesquecíveis do jazz (7/2/2008)

1 - Grandes Temas de Jazz (31/1/2008)

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Blog EntryJun 8, '06 12:28 AM
for everyone
O Guia de Jazz virou o livro "Jazz ao seu alcance". Saiba mais aqui

Abaixo você vai encontrar um pequeno texto que tem como objetivo pontuar alguns momentos importantes da história do jazz, seus expoentes, seus movimentos, sua evolução e o que ainda está por vir. É importante salientar que centenas de nomes e fatos ocorridos na história do jazz não foram citados nesta pequena introdução.

O jazz é, sem dúvida, a música mais livre do planeta. Nela o músico e o ouvinte podem esquecer das regras e dos dogmas criados pelo mundo e se entregarem ao feitiço e pureza do seu ritmo. Essa conotação de liberdade e inquietação não é por acaso. O jazz foi considerado profano quando apareceu no final do século XIX e início do século XX, no sul dos Estados Unidos, principalmente na cidade de Nova Orleans. Os negros norte-americanos, que eram discriminados e tratados pior que escravos, foram os porta-vozes do jazz. Não importava se era cantado ou tocado, o que este ritmo proporcionou a eles foi além do patriotismo ou da religião. Eles fizeram do jazz a sua identidade, que é respeitada e admirada até hoje em todo o mundo.

Pode-se dizer que o ragtime foi o embrião do jazz. A fusão entre a música vinda da África, por meio dos escravos que trabalhavam nas plantações de fumo e algodão, e os ritmos europeus como polca, música erudita e a marcha deu origem ao ragtime, que teve como principais expoentes os pianistas Tom Turpin, James Scott e, principalmente, Scott Joplin, autor do clássico “The Entertainer”.

Oficialmente, a primeira gravação de jazz aconteceu em 1917, com a original Dixieland Jazz Band, um conjunto formado por músicos brancos de Chicago. Mas foi a partir do pianista Jelly Roll Morton e da cantora Bessie Smith que o jazz começou sua verdadeira viagem. Seu primeiro grande expoente foi Louis Armstrong, que era trompetista da banda Creole Jazz Band, liderada por Joe King Oliver.

Entre 1925 e 1928, após deixar Oliver, Armstrong entrou definitivamente para a história do jazz ao gravar com os grupos Hot Five e Hot Seven clássicos como “Yes I’m In The Barrel” e “Potato Head Blues”. Considerado o primeiro grande solista do jazz, Armstrong também foi um cantor carismático e com um estilo muito próprio de interpretar.

Duke Ellington é considerado o Mozart do jazz. Seus arranjos sofisticados e sua orquestra de virtuosos foram as novidades, no meio dos anos 30, que regeram a era do swing. Junto a Ellington, outros band leaders fizeram história como Benny Goodman, Jimmy Dorsey, Artie Shaw, Woody Herman, Count Basie e Glenn Miller.

No meio dos anos 40, uma revolução acontece no jazz. Nasce o bebop. Esse estilo tem como característica principal a vocalização do instrumento. Os solos pareciam frases cantadas. Muitas vezes conseguiam ser desorientadas e magistrais ao mesmo tempo. Seus precursores foram o saxofonista Charlie “Bird” Parker , o trompetista Dizzy Gillespie e o pianista Thelonius Monk. Nessa época, os croones e cantoras ajudaram a reerguer as big-bands, que estavam em franco declínio. Intérpretes como Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan e Frank Sinatra levavam milhares de fãs aos teatros para ouvirem obras de Ellington, Cole Porter e dos irmãos Gershwin.

Quanto tudo parecia calmo, um trompetista discreto aparece, era Miles Davis. Junto a outro gênio, o saxofonista John Coltrane, Davis cria o que ficou rotulado de cool jazz, algo mais tranqüilo e requintado que o bebop. Já no início do anos 60, uma nova revolução acontece, o free jazz aparece capitaneado por Ornette Coleman. O estilo gera amor e ódio. Como o nome diz, o jazz era tocado sem fronteiras e regras. As músicas tinham arranjos e escalas completamente insanos.

Durante o início dos anos 70, Miles Davis volta à cena e começa um casamento com o rock, criando o jazz fusion. Aa seu lado, outros expoentes como o pianista Chick Corea e o guitarrista John Mclaughlin, à frente da Mahavishnu Orchestra, “subvertem” o jazz e conseguem atrair novos ouvintes.

No início dos anos 80, um movimento denominado Young Lions (jovens leões) trouxe uma nova vida ao jazz. Liderado pelo trompetista Wynton Marsalis, jovens músicos recém-saídos das escolas foram responsáveis pela retomada do jazz tradicional. Mesmo com uma qualidade musical indiscutível, Marsalis e sua turma – Terence Blanchard, Branford Marsalis, James Carter, Marcus Roberts e Joshua Redman - foram acusados por vários críticos por serem responsáveis pela pouca inventividade do jazz atual.

Apenas no fim dos anos 80 é que uma nova influência é somada ao jazz. Mais uma vez cabe a Miles Davis ser o precursor. Com o lançamento do disco póstumo Doo-bop, o trompetista criou o que mais tarde foi chamado de acid jazz. A mistura de jazz, rap e dance é um estilo que “ajuda” o jazz a se renovar e ficar mais acessível. Dentro desta vertente destacam-se os grupos ingleses Incognito, Jamiroquai, Brand New Heavies e US3 e os norte-americanos do Count Basic, James Taylor Quartet e Brooklyn Funk Essentials.

Assim como aconteceu ao logo do século XX, o jazz continuou sua mutação no início deste século. Uma nova geração de cabeça aberta para experimentações tem adicionado elementos do rap, rock, erudito e música eletrônica ao jazz. Para os críticos, músicos como Brad Mehldau, Erik Truffaz, Greg Osby, The Bad Plus, Dave Douglas e Jason Moran estão revigorando o jazz e criando uma nova e longa jornada para ser percorrida nos próximos anos.

Ao mesmo tempo em que Mehldau e companhia mostram que ainda há um infinito ilimitado para o jazz, um outro grupo de músicos cria o que foi rotulado de nu jazz ou electro-jazz, que traz a mistura entre o ritmo e música eletrônica. Similar ao acid jazz, o novo gênero se aproveita de toda a tecnologia atual para injetar vida nova ao jazz. Entre seus expoentes estão os franceses Metropolitan Jazz Affair, Rubin Steiner e St. Germain e os ingleses Cinematic Orchestra e Matthew Herbert.

Correndo por fora de todo esse movimento está o smooth jazz, que é um fusion mais acessível. Para os puristas, esse tipo de jazz é um desrespeito à música secular. O jazz suave é realmente menos atraente aos ouvidos, mas conquistou seu espaço por duas razões. A primeira porque é uma música de qualidade e depois porque os músicos que as interpretam são competentes. Quase todos já trabalharam com nomes do chamado alto escalão do jazz. No jazz contemporâneo, ele também é conhecido assim, o destaque fica para os pianistas Dave Grusin, Bob James e David Benoit, os guitarristas Lee Ritenour, Larry Carlton e Russ Freeman, os violonistas Earl Klugh e Peter White e os saxofonistas David Sanborn, Boney James e Kenny G.

Para terminar, é importante salientar a presença dos jazzistas europeus no desenvolvimento deste ritmo nas últimas cinco décadas. Apesar de ter nascido nos Estados Unidos, o jazz está presente no velho continente. Não apenas por causa dos grandes festivais que acontecem anualmente por lá, como o Montreux (Suíça), o North Sea (Holanda) e o Umbria (Itália), mas também por músicos formidáveis que escreveram ou escrevem seus nomes na história do jazz como o arranjador e compositor alemão Claus Ogerman, o baixista dinamarquês Niels-Henning Pederson, o violinista francês Stephanne Grapelli, o guitarrista belga Django Reinhardt, o tecladista austríaco Joe Zawinul, o trompetista polonês Tomasz Stanki e os “novatos” Paulo Fresu (Itália), Erik Truffaz (França), Jamie Cullum (Inglaterra), Jacky Terrasson (Alemanha), Courtney Pine (Inglaterra) e o trio E.S.T (Suécia).

Para saber mais sobre jazz, visite o Guia de Jazz -  http://www.sobresites.com/jazz